Mostrar mensagens com a etiqueta Europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Europa. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Votações Europeias 2019 em Portugal - vitória da abestenção
Fico intrigado por ver partidos a gritar vitórias (ou derrotas) - independentemente de quais sejam - quando se parecem esquecer que todos eles estão a fazê-lo com base numa minoria de menos de um terço dos votos!
Em Portugal, a abstenção terá ficado perto dos 69%, a mais alta de sempre, embora o número de votantes tenha aumentado por conta do recenseamento automático dos emigrantes, que também aumentou o número total de eleitores.
Imagino que em qualquer democracia verdadeiramente representativa, todos os partidos deveriam ficar em estado de choque e horrorizados, por constatarem que 2 em cada 3 pessoas acha que eles nem sequer merecem o trabalho de ir às urnas votar.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
sábado, 30 de março de 2019
Europa proíbe produtos plásticos descartáveis
O Parlamento Europeu aprovou, por larga maioria, a proibição da utilização de produtos plásticos descartáveis, tais como pratos, copo, talheres, cotonetes, e muitos outros.
É uma proibição há muito reclamada por entidades e cidadãos que se preocupam com flagelo que a poluição derivada do plástico tem sido, e que neste momento já chega a contaminar praticamente todas as áreas do planeta, particularmente os oceanos.
A única coisa menos positiva é que a data proposta e 2021... mas pronto, mais vale tarde do que nunca. Até lá, não se deve esquecer que esta redução também depende de todos nós, e que basta também optar por evitar a utilização de produtos descartáveis sempre que possível, ou no caso de não ser possível, optar por materiais que sejam biodegradáveis.
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
DiscoverEU expande bilhetes grátis para jovens de 18 viajarem pela Europa
Não se pode/deve subestimar o impacto profundo que tem sair do país para se ver - com os próprios olhos - como funcionam as coisas "lá fora". É esse o objectivo do DiscoverEU, que na sequência do sucesso da primeira fase, vai lançar um segundo concurso para permitir que mais 12 mil jovens europeus com 18 anos possam viajara gratuitamente pela Europa.
Este sucessor do "Interrail" tem as candidaturas abertas até 11 de Dezembro, com os únicos requisitos a serem que se seja um cidadão europeu e se tenha completado os 18 anos até 31 de Dezembro deste ano. As viagens poderão ser realizadas entre 15 de Abril e 31 de Outubro de 2019, permitindo visitar até quatro destinos diferentes.
Se tiverem 18 anos, não deixem passar esta oportunidade única, que garantidamente terá um impacto na forma como irão olhar para tudo, durante o resto da vossa vida. (Eu há muito que sou apologista que deveria ser *obrigatório* que todos os jovens passassem alguns meses a viajar por diversos países do mundo - e não apenas a Europa. Penso que teríamos uma sociedade bem mais tolerante ao conhecer quem vive pior / melhor que nós...)
domingo, 3 de junho de 2018
Mais velha árvore na Europa tem 1230 anos e continua a crescer
Embora possa não impressionar quem olhar para ela, a "Italus" é uma árvore que foi recentemente descoberta num parque nacional italiano, e que é "somente" a mais velha árvore conhecida na Europa, tendo pelo menos 1230 anos.
Embora a sua copa esteja praticamente desprovida de folhas, os anéis de crescimento indicam que a árvore tem tido um crescimento saudável nas últimas décadas, o que faz prever que possa continuar a fazê-lo durante as próximas centenas de anos. Determinar a idade desta árvore estava a ser complicado, pois a parte central do tronco tinha uma secção de praticamente 20cm em que era "pó" e não permitia contar os aneis de crescimento... Felizmente, a exposição das suas raízes na escarpa rochosa onde está alojada permitiu fazer essa datação com precisão.
... No entanto, embora seja a mais velha árvore (conhecida) na Europa, acaba por ser uma jovem face às árvores com cerca de 5000 anos que existem no continente americano... E vocês, lembram-se do que estavam a fazer à 5000 anos atrás? ;)
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Portugal Second
Depois do inspirado vídeo da Holanda a pedir a Trump que a deixe ficar em segundo lugar depois da "America First" eis que começam a surgir muitas outras réplicas de outros países europeus desejosos de ficar em segundo lugar, no qual Portugal não deixa de estar representado.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Petição para novo referendo do Brexit foi iniciado por um cidadão que queria sair da UE
O referendo britânico que deu a vitória ligeira à saída da União Europeia deixou milhões de britânicos em estado de choque, e já deu origem a uma petição que tem angariado votações recorde (3 milhões) para que o mesmo volte a ser feito e com novas regras para ser válido - mais o mais curioso é que esta petição foi iniciada por um apoiante da saída da UE que agora viu a sua petição tornar-se numa poderosa arma para o campo oposto.
A petição foi criada por William Oliver Healey. de 27 anos, defensor da saída da UE, numa altura em que receava que o referendo desse a vitória à permanência. Para evitar uma eventual derrota "por pouco", a petição pedia que o resultado só fosse válido se obtivesse mais de 60% do votos e com mais de 75% da população votasse.
Ora, os resultados do referendo do Brexit deram uma vitória à saída da UE com apenas 51.9% dos votos, e apenas 71.8% dos cidadão votaram - o que, segundo as regras propostas invalidaria o resultado. Claro que como a vitória foi a da saída, William Healey já diz que a votação é válida e justa, e que se tem que cumprir a vontade do povo (nem será preciso imaginar o que diria se o resultado tivesse sido o mesmo, para o lado da permanência na UE.)
... Esperemos que a petição seja ouvida (e parece-me que faz todo o sentido que assim seja, quando se trata de uma decisão com impacto tão abrangente, onde não deveriam ser apenas 2 ou 3% a fazer a diferença) tornando o Brexit ainda mais caricato, por ter sido revertido por um apoiante da saída! :)
sábado, 7 de maio de 2016
Diplomata português detido em Bruxelas por fotografar sede da Comissão Europeia
É triste ver o quanto a política do medo faz transformar a sociedade, que usando a desculpa do combate ao terrorismo acaba por tratar todos os cidadãos como potenciais terroristas até prova em contrário - em vez de os tratar como cidadãos até que se demonstre não ser o caso. Que o diga Rui Boavida, diplomata português, que viu essa regra ser-lhe aplicada na pele depois de fazer algo tão "perigoso" como tirar uma foto da sede da Comissão Europeia.
Foi uma fotografia que lhe valeu uma detenção pouco meiga por parte da polícia de Bruxelas, que nem sequer se deu ao trabalho de calmamente tentar verificar o que se passava (e ainda passou mais de meia hora na esquadra, até que tudo fosse esclarecido). Neste caso, ainda se pode considerar que teve sorte, pois a polícia lá aceitou a confirmação da representação portuguesa - mas imagine-se quanto mais tempo (e que tratamento poderia ter) se fosse um vulgar cidadão anónimo que estivesse de visita à cidade, e que estivesse a simplesmente tirar fotos como qualquer turista.
... Aos poucos lá vão desaparecendo as diferenças entre quem ataca a nossa sociedade e aqueles que dizem protegê-la?
Bizarre incident earlier. Brussels police arrested this Portuguese diplomat. PT Rep says he took pix of EU building. pic.twitter.com/DNvXILDF89— James Franey (@jamesfraney) May 4, 2016
terça-feira, 22 de setembro de 2015
A crise dos refugiados sírios explicada em 6 minutos
A "crise" dos refugiados tem feito emergir muitos sentimentos de "prós" e "contras" em grande parte da população europeia, mas o mais triste no meio de tudo isto é ver muitas pessoas limitarem-se a seguirem a posição "da maré", guiadas pelo medo e ignorância, sem sequer se darem ao trabalho de pesquisarem um pouco para tentarem compreender o que se passa.
Pois bem... para poupar o trabalho de pesquisarem, hoje trago-vos um curto vídeo que resume de forma bem clara o que se está a passar, e talvez contribua para reduzir o clima de medo promovido pela ignorância que se tem vivido.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Mapa demográfico da Europa mostra a desertificação de Portugal e países de Leste
As "migrações" são um processo natural em qualquer sociedade, mas não deixa de ser revelador visualizar as tendências que tem ocorrido por toda a Europa nas últimas décadas. Um Instituto alemão pegou nos dados demográficos referentes ao período de 2001 a 2011, e criou um mapa que torna perfeitamente visível o panorama Europeu, com as zonas a azul a representarem uma perda de população, e as vermelhas um aumento.
Em Portugal, fica perfeitamente "pintado" o retrato que todos conhecemos, da desertificação do interior e a fuga para o litoral (e ter em conta que, ao não contemplar dados mais recentes, ainda nem sequer se faz ressentir dos mais mais recentes da crise, em que grande parte da população fugiu para outras paragens.) Em Espanha também se reflecte uma fuga para Madrid e para a costa mediterrânica; e França e Irlanda (e também o Reino Unido) parecem ser dos destinos preferidos, contando com um aumento mais equilibrado um pouco por todo o território.
... Não seria bom se os governos olhassem para estas movimentações e implementassem políticas, não em forma de "emergência" quando não há forma de o evitar, mas sim de forma atempada (tal como a questão do envelhecimento da população e incentivo à natalidade - que por cá vai sendo uma miragem mesmo com panorama desolador que temos?)
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
As pessoas mais ricas da Europa (por país)
Curiosos por saber quem são as pessoas mais ricas da Europa, por país? Eis um mapa que ajudará a elucidar a questão, e mostrar-nos simultaneamente quais são os grupos/marcas que para isso contribuem.
Se em Portugal não haverá surpresas quanto a Américo Amorim, nos outros países as coisas tornam-se mais interessantes: em Espanha é o dono da Zara; em França temos a dona da L'Oréal; o LIDL na Alemanha; e pelos outros países encontramos marcas facilmente reconhecíveis... e outras que nem por isso. Heineken, nutella, H&M, Red Bull e LEGO de um lado; mas também muitas outras das quais nunca ouvi falar.
Quanto à quantidade de "bilionários" na Europa (segundos os standards americanos, com mil milhões de dólares), a Rússia lidera a tabela, com 110 - praticamente o dobro do 2º classificado, a Alemanha. Mas na terceira posição surge uma inesperada Turquia. Portugal só surge na 15ª posição, com três "bilionários) a par da Grécia e do Mónaco.
Surpreendidos?
segunda-feira, 26 de maio de 2014
A Abstenção Europeia
Lá tivemos mais umas eleições, e novamente uma dose considerável de abstenção, que em Portugal se terá ficado pelos 65.5% (ou seja, uma clara maioria). Maioria essa que no entanto fica bem distante dos valores que se atingem na República Checa e Eslováquia, de 80.5 e 87% respectivamente.
No lado oposto, apenas a Bélgica e Luxemburgo se situam nos 10%, países que se poderiam usar como exemplo de que o voto obrigatório seria a solução para a abstenção - se não se tivesse os exemplos da Grécia e Chipre, onde mesmo com votos obrigatórios a abstenção atingiu os 42.6 e 57.6% (parece que nem a obrigatoriedade quer dizer muito nestes países...)
Penso que mais que tornar o voto obrigatório, uma forma bem mais fácil (mas não simples) de fazer com que a abstenção se reduzisse drasticamente seria recorrer ao voto electrónico. Afinal, impingem-nos um cartão do cidadão todo "chipado" e como sendo um exemplo do futuro... mas depois nem nos deixam usá-lo para isto, recorrendo a métodos de votação "do milénio passado".
Mas para além dessas questões técnicas... o mais preocupante será talvez ver que o descontentamento actual vai dando lugar aos extremismos - com a extrema direita (e esquerda) a começar a ganhar expressão em vários países... num prenúncio de que a desintegração da Europa "unida" poderá ser uma ameaça bem mais próxima da que se gostaria de ignorar. E do outro lado, continuamos a ver uma pobre classe política que parece mais preocupada em olhar para o umbigo como se nada disto importasse, envergando menos de um terço dos votos (de menos de um terço da população!) como se fosse uma grande vitória. Talvez seja culpa da falta de matemática... mas alguém poderá dizer a estes senhores que ter o voto de 1 em cada 10 portugueses está muito longe de poder ser considerado qualquer vitória? É que enquanto tivermos políticos que parecem alheados da realidade "real", não me parece que os 65.5% que faltaram votar (e o meio milhão de votos em branco/nulos) esteja disposto a dar-lhes qualquer voto que seja, e muito menos um voto de confiança.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Mapa da Cerveja na Europa
Com o tempo de férias e de calor a chegar, é tempo de nos dedicarmos a posts mais educativos, e para isso nada como espreitar como se diz cerveja aqui na nossa velha Europa: da nossa cerveja à cerveza/cervexa/cervessa dos nuestros hermanos (vamos deixar passar despercebido o Garagardoa ali naquela região onde não se percebe nada); sem esquecer a Beer, Bier, e Ale - ou tão pouco a Birra italiana.
Mas se forem para os lados da Rússia e estados da ex-união soviética, então comecem a treinar como se pede uma Pibo bem fresquinha.
Ou então deixem os internacionalismos de parte, e peçam simplesmente uma Super Bock. :P
Mas se forem para os lados da Rússia e estados da ex-união soviética, então comecem a treinar como se pede uma Pibo bem fresquinha.
Ou então deixem os internacionalismos de parte, e peçam simplesmente uma Super Bock. :P
sexta-feira, 7 de junho de 2013
FMI e Bruxelas, os Erros e as Culpas
"Ainda falta muito?"
Será essa certamente a pergunta que muitas pessoas em países como a Grécia e Portugal farão neste momento. Aplicaram-nos receitas cuidadosamente preparadas por supostos especialistas, e que diziam que após 2 ou 3 anos de sofrimento, as coisas começariam a melhorar. No entanto, os anos vão passando... e em vez de melhorarem, vão piorando cada vez mais. Parece que afinal a receita não funciona - como outros "especialistas" terão advertido logo de início.
Se calhar o problema é haver especialistas a mais, e ao estilo do Masterchef, cada "mestre da culinária" ter receitas radicalmente diferentes que prometem curar todas as maleitas.
O mais triste, como alguns referem - e bem - é que estamos a assistir a coisas que tristemente já aconteceram no passado; e que depois de causarem muito sofrimento a milhões de pessoas, lá se arranjaram formas de recuperar. No caso da grande depressão na década de 30 também foram experimentadas e implementadas fortes medidas de austeridade... e que levaram a uma maior regulamentação dos bancos e das "manobras" que podiam fazer - regulamentação que curiosamente foi suspensa alguns anos antes desta nova depressão, permitindo aos bancos terem-se metido no buraco que se meteram (e deixando-nos a conta a todos para pagar).
Esperemos que desta vez, não seja preciso uma Guerra Mundial para resolver o problema - embora com o FMI e Bruxelas a começarem a atirar culpas de um lado para o outro, as coisas não me pareçam estar a seguir no sentido certo.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Pagar para Trabalhar?
Não posso deixar de ficar irritado com as insistências que uma certa "troika" continuamente nos manda para cima... Coisas que têm como objectivo colocar-nos mais próximos da "média europeia" e que fazem com que num par de anos, os trabalhadores portugueses que sejam despedidos passem de 30 dias de indemnização por cada ano para apenas 10, ou até 8.. se formos pelo limite mínimo.
Nem me chateia nada que sejam esses 8 dias, ou até 7... embora como seja óbvio, custe sempre perder os ditos "direitos adquiridos"... O que me chateia é a tal desculpa de tal ser para nos aproximarmos da média europeia!
Mas então, para que raio de indicadores é que a troika tem olhado para nos comparar com a média europeia?
Será que já viram o quanto pagamos pelos combustíveis? Pelos automóveis? Pelas estradas gratuitas feitas em cima de estradas nacionais e que agora são SCUTs a pagar?
Ou talvez, pegando em algo mais básico e essencial... será que já se lembraram de olhar para os ordenados mínimos e médios nacionais, e comparar com a tal almejada média europeia?
É que isto de querer aproximar um país da média Europeia olhando apenas para as (poucas) coisas em que temos alguma vantagem, e esquecendo a maioria das outras em que estamos a anos-luz de distância... parece-me que seja algo que tenha muito que se lhe diga...
Nem me chateia nada que sejam esses 8 dias, ou até 7... embora como seja óbvio, custe sempre perder os ditos "direitos adquiridos"... O que me chateia é a tal desculpa de tal ser para nos aproximarmos da média europeia!
Mas então, para que raio de indicadores é que a troika tem olhado para nos comparar com a média europeia?
Será que já viram o quanto pagamos pelos combustíveis? Pelos automóveis? Pelas estradas gratuitas feitas em cima de estradas nacionais e que agora são SCUTs a pagar?
Ou talvez, pegando em algo mais básico e essencial... será que já se lembraram de olhar para os ordenados mínimos e médios nacionais, e comparar com a tal almejada média europeia?
É que isto de querer aproximar um país da média Europeia olhando apenas para as (poucas) coisas em que temos alguma vantagem, e esquecendo a maioria das outras em que estamos a anos-luz de distância... parece-me que seja algo que tenha muito que se lhe diga...
sábado, 10 de dezembro de 2011
A Guerra Começa na Europa
Já diz o ditado que "não há duas sem três", e depois da 1ª e da 2ª Guerra Mundial se terem iniciado na Europa (e precisamente com a Alemanha no centro das atenções), eis que novamente a História parece condenada a repetir-se.
Descansem, pois desta vez não se trata de uma guerra com soldados a matarem-se nos campos de batalha; desta vez as balas são os euros e restantes divisas mundiais, e o campo de batalha são as praças económicas.
Na génese de tudo, arrisco-me a ditar que é um dos nossos velhos conhecidos que parece não abdicar da natureza humana, a ganância. A ganância de querer sempre mais, mesmo quando já se tem mais do que o suficiente para toda uma vida de luxo com todas as excêntricidades possíveis. Ganância de quem certamente já nem vive neste planeta, tal a separação com que deve olhar para o resto do mundo, o "povo", aqueles que "trabalham", e cujos parcos cêntimos vão sendo sugados sem dó nem piedade... enquanto os tiverem.
Inocentes, culpados, não importa - raras são as guerras onde há realmente vencedores e vencidos (e caso a memoria seja curta, vejam-se os "vencidos" que há pouco mais de meio século perderam a 2ª grande guerra: Alemanha e Japão, e do seu peso actual no mundo.
Se ao perderem tiveram este desfecho, talvez não seja mal imaginar que caso nesta 3ª Grande Guerra Mundial Económica, mesmo que a Alemanha ganhe, os próximos "derrotados" possam estar em igual posição daqui por umas décadas.
... Resta saber se nessa altura ainda por cá estará alguém para se preocupar com tudo isto.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Salários Mínimos e Muito Mais
Certamente já sentiram curiosidade, por uma vez ou outra, de comparar alguns dados estatísticos entre diversos países, como... por exemplo... os ordenados mínimos de vários países europeus?
Pois bem, o Google dá uma ajuda:
E não se pense que os gráficos ficam por aqui... com mais um par de cliques podem comparar a quantidade de pessoas que acedem à internet... por exemplo, Portugal vs Brasil.
Ou seja, mais um site do Google onde poderão perder muitas horas a analisar estes (e muitos outros) interessantes dados estatísticos.
Pois bem, o Google dá uma ajuda:
E não se pense que os gráficos ficam por aqui... com mais um par de cliques podem comparar a quantidade de pessoas que acedem à internet... por exemplo, Portugal vs Brasil.
Ou seja, mais um site do Google onde poderão perder muitas horas a analisar estes (e muitos outros) interessantes dados estatísticos.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
iPads para Todos... os Parlamentares
Enquanto nos pedem para apertar o cinto (e a corda em redor do pescoço) o Parlamento Europeu parece ter um visão bem diferente da crise. É que, não obstante ainda recentemente terem recebido 736 portáteis HP (e imagino que não sejam os modelos "baixo-de-gama") alguém terá decidido que afinal... um iPad é que era!
Ou melhor dizendo... 736 iPads, um para cada um dos parlamentares, no âmbito de um projecto IT Mobility orçamentado em algo como uns meros 5 milhões de euros...
Não tenho dúvida que um iPad até se pudesse tornar numa interessante ferramenta de trabalho para os parlamentares, e certamente ficaria muito mais barato que cada portátil artilhado que têm recebido, mas... não será uma má altura para andarem a brincar com estes novos gadgets enquanto pedem aos europeus para "apertar o cinto" e coisas que tais?
É que a corda só estica até certo ponto, e iPad a iPad, ainda se arriscam a que o barril de pólvora estoure...
Ou melhor dizendo... 736 iPads, um para cada um dos parlamentares, no âmbito de um projecto IT Mobility orçamentado em algo como uns meros 5 milhões de euros...
Não tenho dúvida que um iPad até se pudesse tornar numa interessante ferramenta de trabalho para os parlamentares, e certamente ficaria muito mais barato que cada portátil artilhado que têm recebido, mas... não será uma má altura para andarem a brincar com estes novos gadgets enquanto pedem aos europeus para "apertar o cinto" e coisas que tais?
É que a corda só estica até certo ponto, e iPad a iPad, ainda se arriscam a que o barril de pólvora estoure...
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Carros Portugueses entre os Mais Caros da Europa
Desde quando a constatação do óbvio virou notícia? Diz o JN, como se fosse alguma grande revelação de um segredo ancestral: Carros portugueses entre os mais caros dos países que usam o euro.
Ora... mas qual é a novidade???
Há décadas que assim é, e desde que entramos para a Comunidade Europeia que não vi nenhum resultado às queixas dos impostos sobre impostos que pagamos na aquisição dos automóveis, nem a tal "livre-circulação de pessoas e bens", que muitos pensavam que lhes iria permitir comprar um carro em qualquer país da Europa, sem grandes chatices.
Mas, de que serve estarmos numa Europa "única", quando continuamos a ganhar metade (ou menos) do que a maioria dos países, e continuamos a pagar tudo mais caro?
Não que eu ache que o uso do automóvel deve ser promologado de modo desenfreado (vejam onde isso nos trouxe) - mas, é tudo uma questão de educação; e não deveria ser usado da forma que tem sido, para encher os cofres do estado, privando a maioria da população de poder ter acesso a automóveis que lhe garantam um bom nível de conforto e segurança para as suas famílias.
Só mesmo cá em Portugal é que um renault clio é um "carro de família"; e nunca me esqueço de uma história que me contaram: de um certo indíviduo, orgulhoso de ter comprado o seu primeiro BMW - um 320d - menciona isso a um cliente alemão que tinha acabado de chegar e que lhe pergunta imediatamente: "Ai sim? Fez muito bem! Por qual optou: um série 7 ou um série 5?"
E acho que isso diz tudo dos nossos pseudo-luxos...
Ora... mas qual é a novidade???
Há décadas que assim é, e desde que entramos para a Comunidade Europeia que não vi nenhum resultado às queixas dos impostos sobre impostos que pagamos na aquisição dos automóveis, nem a tal "livre-circulação de pessoas e bens", que muitos pensavam que lhes iria permitir comprar um carro em qualquer país da Europa, sem grandes chatices.
Mas, de que serve estarmos numa Europa "única", quando continuamos a ganhar metade (ou menos) do que a maioria dos países, e continuamos a pagar tudo mais caro?
Só na Dinamarca e na Irlanda os automóveis são mais caros do que em Portugal e, nesses países, os salários são bem mais altos. Portugal tem a riqueza (por habitante) mais baixa da Zona Euro, mas isso não impede que os carros tenham o terceiro preço mais alto.
Não que eu ache que o uso do automóvel deve ser promologado de modo desenfreado (vejam onde isso nos trouxe) - mas, é tudo uma questão de educação; e não deveria ser usado da forma que tem sido, para encher os cofres do estado, privando a maioria da população de poder ter acesso a automóveis que lhe garantam um bom nível de conforto e segurança para as suas famílias.
Só mesmo cá em Portugal é que um renault clio é um "carro de família"; e nunca me esqueço de uma história que me contaram: de um certo indíviduo, orgulhoso de ter comprado o seu primeiro BMW - um 320d - menciona isso a um cliente alemão que tinha acabado de chegar e que lhe pergunta imediatamente: "Ai sim? Fez muito bem! Por qual optou: um série 7 ou um série 5?"
E acho que isso diz tudo dos nossos pseudo-luxos...
quarta-feira, 12 de março de 2008
Gasolina sempre a Abrir
Já andava há umas semanas a divertir-me. Sempre que passo numa Galp a caminho do emprego, instintivamente olho para o preço do gasóleo... e estava à espera do dia em que o preço passasse a barreira do 1,25 Eur.Uns dias subia, outros dias descia, mas hoje finalmente é dia de comemoração: hoje de manhã o gasóleo chegou aos 1,252 - mas como o que interessa é facturar, à tarde já estava a 1,257.
Sabem aquela piada em que o pessoal está a meter gasolina, e quando for pagar o preço já subiu? Por este andar vai deixar de ser piada mais cedo do que pensavamos.
Mas o que interessa é que a barreira dos ",25" centimos já lá foi, e agora vou divertir-me a esperar pelo dia em que chegará aos ",50" - o que não deve tardar muito.
(Algo que facilmente se pode prever pela tendência a que se tem assistido.)
Apenas gostava de saber quem é que aceita que haja dois pesos e duas medidas...
Sempre tivemos que pagar tudo em dólares, mesmo que o escudo/Euro valesse 0,0001 dólares. Ninguém nos fazia descontos ou perdoava dívidas... era pagar e mais nada.
Mas, agora que o dólar não vale nada, dámo-nos ao luxo de pagar em Euros bastante mais do que pagam os americanos em dólares. Por este andar os produtores de petróleo deixam de vender aos EUA, porque ganham muito mais em vender só à Europa.
Como é que ninguém se parece incomodar com esta situação? Somos todos gaijos ricos que não se importam de pagar mais uns trocos aos produtores!?!
Não se pense com isto que eu sou a favor de manter os combustíveis fósseis - muito pelo contrário. Mas o que é certo que nenhum construtor tem os tomates de mandar um veículo puramente eléctrico para a rua. Temos uns supostos "híbridos" que gastam tanto ou mais que um veículo normal. Mas mais que isso... é tudo protótipos, e estudos, e sei lá que mais.
Custava muito a Smart lançar um modelo eléctrico? Mesmo com autonomia reduzida, 100Km ou isso, era suficiente para o uso diário que muita gente lhe dá.
Parece-me que o problema é que interessa a muita gente continuar a vender o petróleo em euros. Os chamados petro-dólares já lá vão... é época dos petro-Euros!
Subscrever:
Mensagens (Atom)























