segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Influenciadores russos vão 3 anos para a cadeia por partida a condutor Uber

A Rússia tem tradição de ter um sentido de humor estranho, mas desta vez muitos poderão achar acertada a pena aplicada a três vloggers que se dedicavam a pregar partidas para publicar na internet.
Neste caso a partida terá ido longe de mais, ao chamarem um Uber e simularem o roubo do veículo, tudo gravado pelos smartphones dos participantes, perante o desespero do motorista. Só que agora é o motorista que se pode ficar a rir, com os três envolvidos a terem sido condenados a três anos num pouco auspicioso Gulag, onde nem sequer poderão manter os smartphones para poderem continuar a fazer vídeos e partilharem a sua experiência (o que até poderia ser interessante, como dissuasor para outros aspirantes a "cómicos" com ideias idênticas.

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Religião MtoP existe apenas para ser usada como desculpa

Se já brincaram com a possibilidade de invocarem motivos religiosos para não fazer algo, irão gostar de saber que no Japão há quem tenha passado da teoria à prática: a religião MtoP existe apenas para ser usada como desculpa.

Criada por Motohiro Hisano em 2018, a MtoP (Motohiro to People) não tem qualquer requisito, nem sequer permite que sejam feitos donativos para o seu jovem criador. A religião foi criada apenas para permitir que os seus seguidores possam invocar motivos religiosos para dizerem não a coisas como pedidos para trabalharem horas extras - prática comum no Japão - ou outra situações comuns onde é frequente querer dizer não mas onde socialmente se espera que se diga sim.

Assim, podem literalmente usar a desculpa: eu até gostaria, mas a minha religião não permite!

domingo, 21 de novembro de 2021

Sumomomomomomomomo faz sucesso no Japão

No Japão, país que aprecia as corridas de cavalos, há uma égua que está a "trocar a língua" aos comentadores, com o nome: Sumomomomomomomomo.

A Sumomomomomomomomo teve recentemente a sua primeira vitória, para agrado dos fãs; mas o seu elemento peculiar é mesmo o seu nome, baseado num trava-línguas japonês "Sumomo mo momo, momo mo momo, sumomo mo momo mo momo no uchi" que faz um jogo de palavras com "ameixas" e "pêssegos": "Ameixas são pêssegos, e pêssegos são pêssegos, e ameixas e pêssegos são ambos pêssegos".

Com a égua a começar a acumular vitórias, teremos cada vez mais comentadores a enrolar a língua ao fazer os relatos.

sábado, 30 de outubro de 2021

Radithor a água radioactiva vendida como remédio nos anos 20

Quando se chama aos anos 20 os "loucos anos 20" há coisas em que isso se pode aplicar literalmente. Uma delas é o caso da água radioactiva Radithor, que surgiu numa altura em que se atribuía propriedades curativas aos compostos radioactivos, com consequências que desde logo se podem adivinhar que foram desastrosas.

Eben Byers foi uma das vítimas mais famosas. Tendo-lhe sido receitada a água como tónico em 1927 para recuperar de uma lesão, depressa se tornou num grande fã, promovendo-a e oferecendo-a a amigos e conhecidos, e estimando-se que tenha bebido mais de 1400 garrafas até 1930... data em que os seus dentes começaram a cair. No ano seguinte, todo o seu maxilar inferior se tinha desintegrado, deixando-o com um aspecto cadavérico, e até tinha buracos no crânio através dos quais se podia ver o seu cérebro. Eben morreu em 1932, com o seu caso a ter servido para acabar com a comercialização da água radioactiva, apesar da empresa que comercializava a água apresentar montes de apoiantes, incluindo médicos que garantiam as suas propriedade curativas.

O seu impacto só não terá sido pior devido ao seu custo elevado, que fazia com que a água fosse de consumo bastante exclusivo entre as faixas mais endinheiradas da sociedade. Mas, seguramente faz-nos pensar se, daqui por cem anos, não teremos a sociedade de então a olhar para nós e a achar atroz algumas das coisas que hoje se faz com total "normalidade".

sábado, 23 de outubro de 2021

Fábrica de botões de elevador deixa visitantes carregar em 1000

A esmagadora maioria das pessoas pode nunca ter ouvido falar da empresa Shimada Denki Seisakusho, mas se calhar já puseram o dedo nos seus produtos. A empresa fabrica botões para elevadores das mais diversas variedades, e exibe isso mesmo numa parede onde estão expostos mais de mil botões diferentes que os visitantes são convidados a carregar (1048 se quiserem ser exactos).

Poderia ser um excelente ponto de passagem para os fãs dos gadgets tácteis, mas infelizmente estes botões têm gerado tal curiosidade e interesse, que a fábrica já tem o calendário de visitas completamente esgotado com um ano de antecedência.

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