terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Lars Andersen mostra-nos como dominar o arco e flecha


Se têm na memória os feitos com arco e flecha de Robin Hood e de outros heróis de Hollywood... lamento dizer-vos que terão que deitar fora todos os pressupostos que criaram. Lars Andersen decidiu explorar como é que realmente o arco e a flecha foram usados ao longo da História, e mostra-nos agora coisas que consideraríamos ser impossíveis.

Confesso que tive que ver o vídeo que se segue por 3 ou 4 vezes antes de começar a considerar a hipótese de ser real, e não um vídeo "falsificado" para se tornar viral na internet (e mesmo assim, ainda deixo essa opção em aberto). Mas assumindo que é mesmo verdade, Lars explica-nos como muitas das coisas que nos habituamos a ver estão completamente erradas: desde o posicionamento da flecha pelo lado de dentro do arco, ao transporte das flechas - e recorre a ilustrações históricas para comprovar que os guerreiros do passado já sabiam isso.

De resto... só dá pena o vídeo não ter sido filmado com uma câmara de alta-velocidade (aparentemente está nos planos para novas filmagens em breve), para podermos ver em pormenor coisas como disparar três flechas em meros décimos de segundo; ou, ainda mais impressionante, acertar numa flecha em voo directamente na sua direcção.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Octagenária vive há 7 anos a bordo de navio de cruzeiro


Para muitas pessoas, a velhice é uma coisa assustadora, com a perspectiva de poderem ter que se mudar para um lar da terceira idade. Mas para Lee Wachtstetter de 86 anos, a velhice tem sido a oportunidade de viver uma vida de sonho, a bordo de um luxuoso navio de cruzeiro.

Lee sempre adorou fazer viagens nestes navios, e quando o seu marido faleceu, um dos seus últimos pedidos foi para que ela o continuasse a fazer. E ela assim o fez. Há cerca de 7 anos que vive a tempo inteiro a bordo do Crystal Serenity, tendo até vendido a sua casa "em terra" por já não pensar voltar a ter necessidade dela.

Embora este não seja o mais recente navio de cruzeiro, Lee prefere-o por manter o estilo mais tradicional associado a estas viagens, em vez daqueles que apostam em se tornar autênticos parques de diversão sobre as águas. E ao fim de 7 anos, a tripulação já se tornou "na sua família" e ela já nem sente necessidade de sair do barco quando atraca (afinal, já conhece todos os locais).

Sem dúvida que era uma forma idílica de passar os últimos anos de vida para quem apreciar este tipo de viagens/tratamento. No entanto, não é algo que esteja ao alcance de todos... Lee estima que gasta cerca de 164 mil dólares por ano por este privilégio... o que ao longo destes 7 anos já eleva a factura para mais de 1 milhão de dólares. Mas não deixa de ser uma proposta tentadora para quem quiser aproveitar o dinheiro que amealhou ao longo da vida (imagino que também poderá ficar muito mais em conta, caso optem por uma cabine mais modesta em vez de uma suite "topo de gama".)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

The Sun vai continuar a reservar a página 3 para as moças despidas


Recentemente, circulou uma notícia que dava como certo o fim de uma era no mais popular jornal (leia-se: tablóide) britânico. Diziam que o The Sun iria deixar de publicar as fotos de modelos despidas, que têm secção reservada na página 3.

A resposta veio do próprio jornal e não se fez esperar... com novas fotos a manterem a "tradição". No Reino Unido há muito que se levantam vozes contra esta opção editorial do jornal, dizendo que é inapropriado que o jornal de maior audiência publique tais imagens. A mim parece-me que a coisa é bem mais simples do que isso: quem não gostar não compra. Ou será que de seguida, se se conseguir argumentar a "indecência" de fotos em topless, se começará a achar indecente fotos de mulheres em mini-saia ou em bikini, e que até na praia se deverá começar a andar com uniformes a tapar cada centímetro de pele à mostra?

... Engraçado como normalmente ninguém acha indecente quando se publicam imagens de massacres ou acidentes nas primeiras páginas...


Nota: para mim, jornais como o The Sun e outros, são coisas que nem merecem 1 segundo do nosso tempo; mas como se vê pelo facto de ser o jornal com maior tiragem... parece ser isso que a maioria das pessoas gostam, e acho que estão perfeitamente no seu direito de o fazerem.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Adolescente preso em França por capa satírica ao Charlie Hebdo


O ataque ao Charlie Hebdo veio reacender a questão da liberdade de expressão, e sobre os limites a que tal liberdade deverá - ou não - estar sujeita. Em França, onde se imaginaria que essa liberdade estaria a ser defendida com unhas e dentes, parece estar a acontecer precisamente o contrário, com uma nova onda de perseguição a todos os que ousem tocar no assunto de forma considerada indesejada, sendo automaticamente rotulados de "incitamento ao terrorismo".


A imagem acima mostrada foi criada por um adolescente, que refere que o Charlie Hebdo "não presta" por não ser capaz de parar as balas - e valeu a detenção e acusação do jovem de 16 anos pelo tal incitamento ao terrorismo.

Ora... se estão com dúvidas sobre se a obra deverá ser considerada satírica, ou se será de mau gosto, ou estará a ir "longe demais", deixem-me por a coisa em contexto:


A imagem que o jovem fez não é nada mais nada menos que uma variante daquela que o jornal apresentou na capa aquando dos massacres no Egipto, e onde se refere precisamente que o Corão "não presta" por não parar as balas.


... Afinal, em que ficamos? Pode-se brincar com as religiões e mortes dos outros... mas quando é com coisas do próprio país já dá direito a cadeia?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Uma reportagem genérica sobre reportagens que nada dizem


Há muito que deixei de ver noticiários na TV, e em grande parte por causa de vídeos como este que temos a seguir. Ou seja, não pelo vídeo em si (que se assim fosse, até merecia que se continuassem a vê-los), mas precisamente pelo que satiriza, e que retrata muitos dos pseudo-noticiários actuais.

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