quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Cientistas descobriram que movimentos de dança mais atraem as mulheres


Poderia comparar-se a dança aos rituais que muitos animais usam para atrair parceiros do sexo oposto. No caso da raça humana, isso terá certamente sido aprimorado ao longo de milénios e resultando nos inúmeros estilo de dança. Mas... para quem não tiver qualquer jeito para abanar o capacete, qual as regras básicas que deverá seguir? Os cientistas dão uma ajuda.

Cientistas registaram os movimentos de vários homens (sem treino de dança) a dançar e depois deixaram que várias dezenas de mulheres pontuassem os seus movimentos (aplicados num boneco gerado por computador).

E afinal, comprova-se mesmo que "abanar o capacete" é uma das técnicas recomendadas, mas que terá que ser acompanhada por movimentos mais alargados e expansivos. Ficar quieto com movimentos tímidos é que parece ser um grande "não-não". Pronto... é a dica que a ciência dá, agora o resto é convosco.

terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Mega-Cheeseburger: a realidade versus a publicidade


Se já nos seguem há algum tempo provavelmente já deixaram de comer comida "fast-food", mas se ainda não for esse o caso, temos mais uma situação que nos mostra o ponto absurdo que a chamada junk-food chega.

Já todos sabemos que em todas estas lojas, as imagens apetitosas com que nos bombardeiam nos posters e spots publicitários nada tem a ver com o aspecto dos hamburgers que nos são servidos, e no caso de um mega-cheesburger na cadeia de lojas no Japão... isso volta a confirmar-se.

A cadeia de fast-food japonesa Lotteria disponibilizou a título promocional, e durante apenas um dia, o seu icónico mega-cheesburger de "cinco andares" (que surpreendentemente custa apenas 3.65 euros). Mas independentemente do seu preço, por muito bom aspecto que o hamburger possa ter nas imagens promocionais... a realidade revela-se bem diferente, chegando mesmo a ser completamente repugnante.

... Não seria bonito ver as entidades que regulam a publicidade a obrigarem estas cadeias de fast-food a, das duas uma: usarem fotografias que demonstrem verdadeiramente o aspecto real dos produtos servidos aos clientes; ou fornecerem comida com o mesmo aspecto que mostram nas imagens?

domingo, 19 de Outubro de 2014

Noruega escolha notas "pixelizadas"


Se por um lado é pena que a Noruega não esteja na zona Euro (ficamos tão mal habituados de poder passear por cá sem nos chatearmos com os câmbios e afins) por outro lado isso poderá ter como vantagem a criação de notas bem artísticas.

O Banco da Noruega fez um concurso para a criação das novas notas (a serem lançadas em 2020), e os designs vencedores combinam o moderno com o tradicional. Num dos lados temos um design que replica aquele que se esperaria encontrar numa nota; mas do outro lado o outro vencedor aposta num design pixelizado ultra-moderno.


Estes dois estúdios vencedores irão agora trabalhar em conjunto com o Banco da Noruega para a criação do design final das notas. (Para referência, 1 Kr é equivalente a 0.13 euros.)



sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

O Ebola e o perigo do contágio... na internet


Quando se pensa que a sociedade já não precisa ter receios infundados e tem toda a informação de que precisa à distância de um clique na Internet, eis que o Ébola vem confirmar que nem todo o acesso à informação serve para compensar o pânico e o medo de algo desconhecido - ou "meio-conhecido".

Anda tudo em pânico com o Ébola, ao ponto de evitar que aviões aterrem; ou que se critique o facto de mesmo países como os EUA terem apenas umas dezenas de camas disponíveis para lidar com casos deste tipo. E quando surge na internet uma foto de um grupo de médicos em fatos completos a lidar com um paciente com Ebola, acompanhados por uma pessoa sem qualquer fato de protecção e que por lá parece andar a passear... entra tudo em modo de estupidez colectiva.

Rapidamente as redes sociais (e algumas fontes noticiosas) se insurgiram contra este misterioso indivíduo, dizendo que tinha sido uma grave violação dos protocolos para evitar o contágio. Mas a verdade é que este senhor estava lá a fazer o seu trabalho. E qual era esse trabalho?

Por muito bonito que estes fatos possam parecer nos filmes e séries; na vida real quem está dentro de um tem uma visão bastante reduzida do que o rodeia, e não tem qualquer percepção de onde o seu fato poderá estar a tocar. O trabalho daquele senhor que lá anda a "passear" é efectivamente estar atento a tudo o que os restantes médicos fazem, para garantir que todos os protocolos estão a ser cumpridos e evitar que qualquer um deles possa inadvertidamente fazer algo que não seria suposto.

Portanto... antes de crucificarem alguém na internet por estar a fazer algo que não se percebe... talvez seja melhor darem-lhe o benefício da dúvida. E em vez de se fecharem em casa com medo do Ebola, talvez importe relembrar que o virus apenas se transmite por contacto directo com fluidos corporais de alguém infectado. A não ser que tenham por hábito regular andar a chafurdar em fluidos corporais de toda e qualquer pessoa que vos apareça pela frente e que possa ter estado num dos países onde o Ebola tem atacado em força, será melhor preocuparem-se com coisas como a possibilidade de ser atropelado ao atravessar a estrada numa passadeira, ou de tropeçar num tapete em casa e partirem a cabeça.

quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Descer é sempre mais difícil que subir [Combustíveis]


Por muito que as entidades que deviam olhar por isto nos digam que "tudo vai bem", não deixa de ser curioso como no sector dos combustíveis, as descidas são sempre muito mais complicadas que as subidas.

Quando o preço da matéria prima desce (e substancialmente, neste caso, com o petróleo a já ter baixado 28%), há sempre inúmeras explicações de como há imensos factores a ter em conta, como o facto do combustível refinado ainda ser referente ao petróleo que foi comprado a preço superior, etc. etc.

... Tudo muito bem e que até se poderia aceitar... se não fosse o facto de que, quando é para subir não parece haver nenhum factor a ter em conta e isso reflecte-se imediatamente.


(Mas não se preocupem com estas descidas do petróleo... preocupem-se é com o preço da electricidade que irá disparar cada vez mais à medida que nas próximas décadas se começar a transitar para os veículos eléctricos.)
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