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quarta-feira, 25 de março de 2020

Coronavirus e a vingança dos professores


Infelizmente apropriado para um número substancial de alunos nas nossas escolas.

[via Twitter]

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Vídeo de regresso às aulas nos EUA relembra o flagelo dos tiroteios

Enquanto deste lado do Atlântico o regresso às aulas é acompanhado por preocupações com o material escolar a comprar, nos EUA as preocupações são bem diferentes, ilustradas exemplarmente pela campanha de regresso às aulas da Sandy Hook Promise.

Assustador que, num país que se assume como sendo um dos mais avançados do mundo, pais e crianças tenham que lidar com isto.

domingo, 14 de abril de 2019

Rapaz de 12 anos transporta colega às cavalitas há 6 anos


Numa escola chinesa, há um jovem rapaz de 12 anos - Xu Bingyang - que há seis anos tem servido como "transporte" do seu colega e amigo Zhang Ze, carregando-o às cavalitas entre as aulas, refeições e WC.

Zhang Ze sofre de uma doença que dificulta a sua locomoção desde os 4 anos, mas assim que Xu o conheceu na primeira classe que se prontificou para o ajudar, transportando-o nas suas costas assim que os pais o deixam à entrada da escola. Desde então já lá vão 6 anos.

domingo, 24 de março de 2019

Mãe abandona filho de 12 anos na rua por só ter obtido 81% num teste


Todos os pais esperam que os seus filhos sejam bem sucedidos na escola, mas há pais que parecem levar isso ao extremo. Na China, uma mãe abandonou o seu filho de 12 anos na rua por este apenas ter conseguido uma pontuação de 81% num teste, quando a mãe esperava que tivesse atingido os 95%.

Mesmo depois das autoridades terem encontrado a criança e contactado a mãe para o vir buscar, a mãe terá continuado firme na sua decisão, dizendo que não o iria buscar mesmo que a quisessem multar ou processar. O rapaz acabou por ser levado da esquadra por um tio...

sábado, 28 de abril de 2018

Escolas britânicas vão trocar relógios analógicos das salas para alunos conseguirem ler as horas


No Reino Unido, várias escolas estão a considerar a remoção dos relógios analógicos com ponteiros das salas de exame e trocá-los por relógios digitais, pois os alunos não conseguem ler as horas correctamente.

Poderia pensar-se que a escola seria o sítio ideal para se aprender... mas afinal parece que ensinar a ler as horas sai do âmbito das suas funções, e perante a dificuldade dos alunos em lerem as horas e gerirem o tempo durante os exames, a solução mais fácil será trocar os relógios de ponteiros por relógios digitais com números, para que os alunos não se sintam prejudicados.

... Bem, se o objectivo é facilitar a vida, então porque não deixá-los fazer os exames com o smartphone ao seu lado, para que possam recorrer ao Google para assistir nas respostas? Afinal... se estão a facilitar a vida dizendo que interpretar as horas de um relógio é demasiado difícil... porquê parar por aí? ;P

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Avó de 76 anos empurra neto de cadeira de rodas 24km por dia para a escola


Da próxima vez que encontrarem um daqueles pais que insiste em parar o carro à porta da escola (indiferente ao engarrafamento que está a causar) para deixar ou levantar o seu filho/a, enviem-lhe este caso.

Uma avó de 76 anos na China, faz 24km por dia a pé a empurrar o seu neto numa cadeira de rodas, de modo a que ele possa ir à escola. Embora a escola fique a 3km de distância, Shi Yuying tem que fazer o percurso 8 vezes por dia, para o ir levar e buscar, de manhã e à tarde. O neto, com 9 anos, sofre de paralisia cerebral, mas tem feito algumas melhorias - para isso contribuindo o esforço e dedicação desta avó - ao ponto de já se conseguir manter de pé e caminhar por curtas distâncias.


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Escolas alemãs recorrem a coletes com areia para "acalmar" crianças hiperactivas


Cerca de 200 escolas alemãs estão a testar um programa algo polémico, em que crianças hiperactivas são convidadas a usar um colete com areia que lhes adiciona entre 1Kg e 6Kg extra (ajustado em função do peso da criança) para que se "acalmem".

Nem todos estão convencidos com a eficácia desta medida, mas entre os seus defensores há quem refira que as crianças até acham piada a andar com estes coletes com areia, e que os resultados são reais, com as crianças a ficarem mais atentas - que seria o objectivo principal - e sem necessidade de recorrer a drogas ou medicamentos.

... Bem... desde que isto não sirva de preparação para a utilização de coletes de força nas crianças mais irrequietas...

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Adolescentes britânicos usam saias após proibição de usarem calções na escola


Podemos estar habituados a imaginar os estudantes britânicos em uniformes que muitas vezes utilizam calções, mas não é o caso da Isca Academy em Exeter. Perante uma recente vaga de calor, os estudantes pediram autorização para usarem calções, e quando esse pedido foi recusado, a resposta foi... original.

Não podendo usar calções, dezenas de jovens estudantes despiram os preconceitos e levaram saias para a escola. Embora a escola não os tenha castigado por contornar os regulamentos, houve no entanto algumas queixas quanto a alguns dos jovens terem as pernas "demasiado peludas" (outros, em medida preventiva, optaram por depilar as pernas).

Não sei se fique mais surpreendido pela intransigência da escola em lidar com situações pontuais que seriam merecedoras de excepções, ou se pela incapacidade de saberem lidar com temperaturas como as que por cá estamos habituados a ter. Seja como for, é bom ver que no Reino Unido ainda há quem se recuse a ser apenas um "another brick in the wall".

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Manual escolar Indiano sugere asfixiar um gato como experiência


Sem dúvida que as experiências são parte fundamental para o ensino dos estudantes, e podem ter um efeito bem mais produtivo que qualquer explicação teórica. Mas depois, temos casos como a de uma experiência num manual escolar Indiano, em que é pedido às crianças que asfixiem um gato!

Numa secção dedicada a demonstrar que as coisas vivas necessitam respirar, o manual sugere que se peguem em duas caixas de madeira, se façam furos na tampa de uma delas, se coloque um gatinho no interior de cada uma e se fechem as tampas de seguida. Depois é pedido que se espere algum tempo e, finalmente, que se abram as caixas para comprovar que o gatinho na caixa com furos continua vivo, enquanto que o que ficou na caixa sem furos morreu.


Com experiências assim, talvez seja melhor ficarem-se mesmo só pelas aulas teóricas... ou nem mesmo essas!

sábado, 10 de setembro de 2016

Professor de química dá nota máxima a turma... se acertarem com uma bola de papel no lixo


Na Universidade de Ohio nos EUA há uma estranha tradição, na qual um professor de Química Orgânica dá nota máxima a toda a turma no primeiro teste, desde que um dos alunos seja capaz de encestar uma folha de papel amarrotada no caixote do lixo.

É uma tradição que não acontece por acaso, pois o objectivo é usar a troca do papel entre si e os alunos, e depois para o caixote do lixo, como demonstração dos dadores e receptores de protões na química. No entanto, embora o desafio já esteja a ser lançado há cerca de uma década, só o ano passado é que, pela primeira vez, um aluno conseguiu encestar e garantir a desejada recompensa. Infelizmente, na altura ninguém registou o momento em vídeo para a posteridade; pelo que este ano, por via das dúvidas, o professor pediu aos alunos que o fizessem... e ainda bem que o fez, pois novamente tiveram um "campeão".

... Faz-me recordar os meus tempos de escola, mas na altura suspeito que eram alguns dos meus professores a usar esta técnica para determinar a pontuação a dar aos alunos. ;P


sexta-feira, 13 de maio de 2016

Estudantes recorrem a óculos com câmaras e smartwatches para copiar em exames


A tecnologia que vemos nos filmes também parece ter aplicações bem práticas no mundo real, mesmo se o final nem sempre seja cor-de-rosa. Que o digam os alunos que foram apanhados em flagrante a copiar para um exame de admissão numa conceituada escola de medicina na Tailândia usando material "à espião".

Os alunos tinham óculos equipados com câmaras que enviavam imagens do exame para um grupo no exterior, posteriormente recebendo as respostas nos seus smartwatches.



Infelizmente para eles, os professores acharam estranha a grossura anormal das hastes, e depois de olharem com um pouco mais de atenção descobriram o motivo para tal. Resultado final: os alunos foram banidos de entrar na escola.

Como se costuma dizer: se querem fazer copianços, é melhor terem a certeza de que não são apanhados. :P

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Álbuns de fotos escolares têm mais piada na Coreia (do Sul)


Lembram-se das vossas fotos da escola? Provavelmente não... afinal, são "sempre a mesma coisa" e a única coisa que se aproveita são as fotos da turma completa, que podemos usar para não deixar fugir algumas memórias de colegas que nunca mais vimos.

Mas na Coreia do Sul, as coisas são bem diferentes. Com fotos assim não tenho dúvida que ninguém se vai esquecer de ninguém - e até me faz pensar que a preocupação de alguns será ser ainda mais extravagante e e original do que os colegas.

Isto sim, seria fotos dignas de figurarem num... Facebook! :)





sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Pornografia na Sala de Aulas


Anda tudo em alvoroço com o alegado caso de uma professora que terá usado a sala de aulas para gravar vídeos pornográficos que vendia na internet. Ora, embora a acusada continue a negar que é ela e que é uma "sósia" (embora não me pareça difícil descobrir se sim ou não, mediante uma simples comparação "corporal") penso que ninguém poderá ficar surpreendido por este tipo de situação acontecer. Quando muito há que ficar surpreendido por não ser mais frequente, considerando os cortes que têm sido feitos e o tratamento que tem sido dado aos professores (e não só, mas adiante...)

A minha questão é apenas: como é que os pais dos alunos foram dar com estes vídeos? Ou seja... provavelmente até consomem destes materiais (e estão no seu direito), e não têm qualquer problema em ver vídeos idênticos, desde que sejam passados numa sala de aula de algum país distante. Se for esse o caso, não faz mal. Mas se o cenário for a escola dos seus filhos, alto lá e pára o baile! Isso já não!

Não quero com isto dizer que concorde com a utilização de uma sala de aulas "real" para este tipo de actividades, muito menos em horários em que se possa estar sujeito a que um aluno entre a meio do "espectáculo" (como supostamente terá acontecido). Mas considerando o estado depauperado em que estão as finanças públicas, até se poderia vir a tornar numa fonte de rendimento extra: alugar as salas de aula para outras actividades fora de horas. Se bem que, depois os custos com as limpezas para evitar que uma aluna engravidasse por se ter sentado no sítio errado fariam certamente que o resultado líquido não fosse assim tão vantajoso.

... Talvez seja mesmo melhor tratar isto como se faz com as centrais nucleares e centros de tratamentos de resíduos: é muito bom que existam... mas não à nossa porta.

sábado, 4 de maio de 2013

Quadros e Mochilas à Prova de Bala nas Escolas dos EUA


Diz-me o meu sentido de lógica que, quando há um problema a resolver, o melhor será investigar a sua origem e não nos limitarmos a tentar resolver as suas consequências. No entanto, há empresas onde o encontrar "soluções" para as consequências acaba por ser bem mais lucrativo, como esta empresa de blindagem militar que agora expande as suas operações para as escolas norte-americanas, com uma linha de produtos que vai desde quadros à prova de bala a placas de protecção para as mochilas dos alunos - assim como programas de treino para combater as potenciais "ameaças que surjam nas escolas".

Embora possa compreender a preocupação de pais (e responsáveis das escolas) pela segurança dos alunos... não me parece mesmo nada que seja este o caminho que se deva seguir. Senão... qual será o próximo passo, quando as "ameaças" começarem a levar bombas ou granadas que ultrapassem estas protecções? Começar a comercializar armaduras blindadas anti-explosivos para que os alunos possam estar mais seguros que nunca?

Embora por cá tenhamos que enfrentar um panorama desolador nas nossas escolas e sistema de ensino (onde durante anos, ir para "professor" era a opção de recurso caso não se conseguisse encontrar emprego a fazer o que realmente se queria fazer), dou-me por feliz por as nossas preocupações não terem nada a ver com decidir se os nossos pequenitos devem levar, ou não, uma mochila à prova de bala para a escola.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Fome nas Escolas


Enquanto nos tentamos mentalizar como será possível, num país dito civilizado e integrado numa "união" europeia, poder haver situações de fome... o que é certo é que as há - como muito bem descrito é por algumas pessoas que lidam directamente com estas situações e que dizem que à segunda-feira, muitos alunos até "lambem os pratos".

Igualmente assustador é que, enquanto se tentam fazer algumas medidas para minimizar esta situação, como o tal programa piloto que começaria a distribuir pequenos-almoços nas escolas... se esbarrem em burocracias sobre quem disse o quê a quem, e que na prática impedem que essa comida chegue a quem dela necessita.

... Ou... será que estou a ver tudo isto de forma errada, e talvez o nosso primeiro minitro é que saiba ver isto da forma certa: de que esta fome tem que ser encarada como uma oportunidade para combater a obesidade infantil?

... Então talvez não fosse mal pensado aplicar a mesma medida a quem tanto tem enchido a barriga às nossas custas, começando por cortar as refeições no parlamento e assembleia da república?


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Prémios de Mérito... Mas Não Para Quem Merece


Parece que os cortes não conhecem limites ou fronteiras, e quando a ordem é de "rapar o tacho" até ao fim, nem as migalhas escapam.

Ficamos hoje a saber que os 500€ atribuídos como Prémio de Mérito aos estudantes do secundário vão afinal ser reecaminhados como "esmola" para projectos sociais à escolha dos alunos: que é como quem diz, dar a uma família carenciada ou entidade social.

Para começar, gostava de saber efectivamente qual o valor "total" que aqui está em causa - e que afinal, continuará a ser "gasto", não constituíndo poupança nenhuma para o Estado.

Por outro lado, embora consiga aceitar que um prémio de mérito possa valer por si só, sem ter qualquer valor em dinheiro associado - o que me custa a engolir é que as regras sejam mudadas "a meio do jogo"; ou melhor dizendo: no fim do jogo! Já que a cerimónia de entrega dos prémios vai realizar-se já na próxima sexta-feira, e sendo a notícia dada com poucos dias de antecedência.


Talvez o objectivo seja incutir desde já, nestes alunos de excelência, de que o seu trabalho árduo vai servir afinal para recompensar "os outros". E neste caso, nem se trata de um "imposto" a 50% (em que podia, por exemplo, ficar 250€ para o aluno e os outros 250€ partilhados para solidariedade)... mas sim de 100% (algo a que se calhar também nós teremos que nos ir habituando em breve!)

Custava muito manter as regreas pré-definidas até ao fim, e para o próximo ano então fazer as alterações que quisessem fazer - mas com os alunos sabendo aquilo com que podiam, ou não, contar?

Prometer 500€ que depois são retirados a poucos dias da entrega, só tem um nome: é roubo!


Afinal, estará o ministro a esquecer-se o que significa "Mérito"? Ter mérito é "ser merecedor" de algo; e não ter a afronta de ter que dar o fruto do seu esforço a quem irá ver uma recompensa "cair do céu" - independentemente das circunstâncias actuais em que se encontrar.

Se o objectivo é ser solidário, que criem um "prémio de solidariedade social", mas tentar deturpar o conceito de prémio de mérito a tão tarde e más horas... é demonstrar um total desrespeito pelo futuro da nossa sociedade, deixando os nossos jovens alunos pasmados com esta ilógica realidade em vivemos.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Escola Inglesa Proibe Meias Diferentes

Que as escolas sirvam para educar, até aí nada de mal. Mas se essa suposta educação começar a intrometer-se com as vossas peúgas... poderá ser sinal que estarão a seguir por caminhos mais dúbios.

O director de uma escola britânica decidiu instaurar uma política de tolerância zero contra todos os alunos "não-conformes", que vai ao ponto de proibir que usem meias diferentes em cada pé.

Parece que este senhor anda a ouvir a mítica "Another Brick in the Wall" dos Pink Floyd, mas a deturpar por completo o seu significado!

sábado, 2 de abril de 2011

Aluno Suspenso por ser Bem Educado

Que alguns alunos são suspensos por terem feito coisas indevidas, isso já todos sabemos. Mas um aluno ser suspenso por simplesmente ter mantido uma porta aberta para que uma senhora com mas mãos ocupadas pudesse entrar... isso já poderá não ser tão comum.

A direcção da escola diz que por razões de segurança as portas só podem ser abertas depois de se identificarem as pessoas através das câmaras de vigilância, e que não se podem fazer excepções.

Por outro lado, os defensores do aluno (aluno de notas "A") dizem que para além da senhora em questão ser uma pessoa conhecida e não uma desconhecida, se não se deverá considerar que o aluno tem a capacidade de saber se deverá abrir ou não a porta em cada caso?

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Novas Oportunidades a Toda a Velocidade

Não tenho nada contra o programa Novas Oportunidades, que dá a oportunidade a muitos Portugueses de se cultivarem e aprenderem aquilo que não tiveram oportunidade.

No entanto, como em quase todas as boas ideias, nem sempre é implementada da melhor forma, e não invalida que haja quem use e abuse do sistema - ou simplesmente quem se esteja a borrifar para isso.

Não será o caso de Tomás Barcelos, de 23 anos - o melhor aluno a entrar na Universidade este ano, com 20 valores.

O mais caricato é que Tomás nem sequer terminou o ensino secundário, já que Tomás não conseguia passar a Matemática e acabou por desistir.

Agora, graças às Novas Oportunidades, "uma pessoa que só tem o 7.º ano pode fazer o 9.º em seis meses e a seguir, em ano e meio, consegue tirar o 12.º. Se tiver sorte, pode passar à frente [no acesso à universidade] e tirar o lugar às pessoas que fizeram esse esforço..."

... Depois digam aos nossos estudantes que têm que se aplicar, quando mesmo ali ao lado lhes oferecem um caminho mais fácil!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Big Brother Escolar

Que as questões da segurança e privacidade são importantes, já todos sabemos. Mas, quando assistimos a episódios como este... a coisa torna-se verdadeiramente "assustadora".

Uma escola usou imagens captadas pela webcam de um computador de um aluno, quando esteve estava em sua casa, como prova para o castigarem por comportamento impróprio.
Ora... isso significa que a escola tinha acesso a essas imagens, algo que... como devem imaginar... não me parece que seja algo que viesse descrito no programa escolar.

Se têm um Magalhães em casa... o mais seguro será talvez tapar a webcam, não vá estar o director da escola do vosso filho a espionar aquilo que fazem dentro da vossa própria casa!
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