A Warner lançou um clip divertido para promover a utilização de máscaras faciais para combate à Covid-19, vindo de um grupo de personagens que até já costuma usar máscaras: os super-heróis (mas não só, também temos outros personagens famosos, como Harry Potter).
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sábado, 13 de fevereiro de 2021
domingo, 18 de outubro de 2020
Fã transforma a sua casa em réplica da nave de Alien
Um espanhol de 43 anos passou os últimos anos a transformar o seu apartamento numa réplica da Nostromo, a nave do clássico filme Alien de Ridley Scott, responsável por criar pesadelos em milhões de pessoas por todo o mundo.
Quem tiver oportunidade de passar por Barcelona e for fã do Alien, que lhe dê um toque para ver este autêntico museu Alien ao vivo.
Quem tiver oportunidade de passar por Barcelona e for fã do Alien, que lhe dê um toque para ver este autêntico museu Alien ao vivo.
sábado, 29 de julho de 2017
Baa Baa Land quer ser o filme mais chato do mundo
Poderia pensar-se que quem faz um filme espera que o mesmo faça entusiasmar ou emocionar os espectadores, mas no caso de Baa Baa Land, o objectivo é causar o tédio o mais rapidamente possível... ao longo de 8 horas de filme onde a única coisa que se vê são ovelhas a pastar... em câmara lenta.
Será o filme ideal para quem sofre de insónias... mas se não funcionar, já sabem que podem recorrer ao outro filme com 720 horas, que esse seguramente tratará do assunto.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Cidade Indonésia encerra cinema com camas por achar que promovem o adultério
Na Indonésia há uma cadeia de cinemas, CGV, que disponibiliza salas especiais em que em vez de cadeiras se têm camas, para permitir uma experiência "como em casa". No entanto, embora estas salas de cinema existam há anos no país, a recente abertura de uma destas salas em Palembang deu origem a alguma polémica.
A mayor da cidade, Fitrianti Agustinda, ficou chocada ao visitar a sala CGV Velvet Class, dizendo que se trata de um local que promove o adultério e conduta sexual imprópria - indiferente aos apelos dos responsáveis do cinema, que referiram precisamente o facto de já operarem no país há anos, de terem todas as licenças exigidas, e de que as salas contam com sistema de vigilância precisamente para evitar qualquer tipo de actividade "indesejada".
Nada parece ter resultado, e para evitar mais polémicas, o cinema diz que irá converter a sala numa sala com cadeiras convencionais... Por favor, que ninguém diga a esta senhora o tipo de coisas que se podem fazer nas cadeiras normais de um cinema, ou a Indonésia arrisca-se a ter que encerrar todas as salas de cinema! :P
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Adolescentes franceses já podem ver filmes com sexo (real) nos cinemas
Numa alteração que certamente geraria uma revolução nos EUA (onde até um mamilo é um escândalo), em França as regras de classificação de filmes vão permitir que filmes com cenas reais de sexo possam ser vistos no cinema por adolescentes com menos de 18 anos.
A alteração há muito que era pedida, pois actualmente a presença de uma qualquer cena com sexo não simulado obrigaria automaticamente o filme a ter a classificação de "para maiores de 18". Regra algo absurda considerando que se poderá tratar de um filme onde a cena de sexo não simulado acabe por ser menos explícita que um filme onde se tenha cena idêntica... simulada!
Agora, cada filme passará a ser classificado em função do tipo de conteúdo e do potencial impacto que poderá ter num adolescente, tanto para cenas de sexo como de violência, em vez de rotular automaticamente o filme apenas em função do "realismo" da cena.
... Escusado será dizer que, há toda uma internet onde todo e qualquer tipo de conteúdos está facilmente acessível a todos os jovens, que têm apenas que clicar num botão a dizer que "sim, tenho mais de 18 anos e posso ver tudo o que me apetecer ver".
sábado, 10 de maio de 2014
O Homem que faz de Morto na TV
O sonho de um dia ser uma estrela de Hollywood é algo que atrairá milhões de pessoas - mas poucos terão as ambições de Chuck Lamb, um homem que será talvez mais conhecido no meio como sendo o Dead Body Guy.
Chuck Lamb tem 56 anos, e em 2005 teve um sonho que o levou a perseguir outra carreira, mais mediática, embora não da forma que a maioria das pessoas imaginaria. É que Chuck é um especialistas em se fazer passar por morto, e actualmente ganha valores que podem ascender a $1500 dólares por dia em inúmeras séries e filmes onde seja necessário um cadáver (coisa que com a quantidade de séries policiais e médicas que temos, parece ser trabalho garantido).
Mas não se pense que fazer de morto é um trabalho simples. Para além das várias horas necessárias para a caracterização do personagem (que podem chegar a 5h no caso de mortes "complexas" como pessoas queimadas), é necessário ter um espírito especial para ficar deitado em todo o tipo de condições "nojentas" que por vezes são necessárias, como lama, caixotes de lixo, e - talvez o factor que imediatamente faria desistir aqueles que até agora estão a dizer "eu também era capaz de fazer isto" - incluindo ficar coberto de vermes a retorcerem-se sobre o seu corpo (yuck!)
Mas fica a dica... se quiserem ir para Hollywood e não tiverem jeito para falar ou mexerem-se em frente às câmaras, talvez possam vir a ter futuro... como morto.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Cuidado! Os Filmes 3D Engravidam!
Regressar do Iraque após um ano de serviço militar e encontrar a esposa com um filho, poderia ser suspeito para muitos.O facto de ambos serem brancos, e o bébé ser de raça negra, poderia também levantar algumas dúvidas...
Mas não!
A esposa de 38 anos diz que tal só pode ter uma única explicação: ter engravidado por ter assistido a um filme pornográfico em 3D com as suas amigas!
Por muito incrível que pareça, é mais incrível que o seu marido tenha tido a seguinte reacção:
“Não vejo porque desconfiar dela. Os filmes em 3D são muito reais. Com a tecnologia de hoje tudo é possível”
E sendo isto passado nos EUA, a mulher diz que vai processar o cinema e os produtores do filme. Ora toma!
(E interrogo-me porque motivo as suas amigas não engravidaram a ver o mesmo"filme"... talvez tivessem colocado preservativos nos óculos 3D?)
Com os milhões de espectadores que o Avatar teve, daqui por uns meses deveremos começar a assistir a um afluxo de bebés azuis... Vai ser bonito vai...
[via iOnline]
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Fantas Porto 2010
A última vez que falei do Fantasporto aqui, já lá vão quase dois anos.
Tristemente, desta vez venho falar de coisas bem mais graves e sérias, que passados estes anos todos, continuam a "castrar" o Fantasporto enquanto festival de cinema reconhecido internacionalmente.
Numa altura que o Fantasporto atinge a bonita idade dos 30 anos, é vergonhoso assistirmos à constante falta de apoios - alguns que por vezes são prometidos em público mas que depois nunca chegam a ser concretizados.
Sem querer entrar em regionalismos, como é que se pode explicar que o Fantasporto (ao fim destes 30 anos de provas dadas) receba do Instituto do Turismo a quantia de 55 mil euros, enquanto que ao Festival de Cinema do Estoril (com apenas 4 anos de existência) disponibilize 700 mil euros!?!
Não tenho nada contra a quantia dada seja a quem for, mas ao menos que o façam de forma consistente e de acordo com o histórico do festival. Senão, no próximo ano candidato-me também com um "Festival da Marretice", e quem sabe - talvez consiga sacar 100 ou 200 mil euritos.
Felizmente ainda há gente que até vem ao Fantas por gosto e por amizade (quero ver se qualquer um desses outros festivais tem tal privilégio), e o público continua a encher as salas, ano após ano.
Vejamos que tal vão ser os discursos de encerramento deste ano... já que seria óptimo lá vermos um responsável do Instituto do Turismo a dar-nos uma pequena explicação sobre esta tão ridícula distribuição de dinheiros...
Tristemente, desta vez venho falar de coisas bem mais graves e sérias, que passados estes anos todos, continuam a "castrar" o Fantasporto enquanto festival de cinema reconhecido internacionalmente.
Numa altura que o Fantasporto atinge a bonita idade dos 30 anos, é vergonhoso assistirmos à constante falta de apoios - alguns que por vezes são prometidos em público mas que depois nunca chegam a ser concretizados.
Sem querer entrar em regionalismos, como é que se pode explicar que o Fantasporto (ao fim destes 30 anos de provas dadas) receba do Instituto do Turismo a quantia de 55 mil euros, enquanto que ao Festival de Cinema do Estoril (com apenas 4 anos de existência) disponibilize 700 mil euros!?!
Não tenho nada contra a quantia dada seja a quem for, mas ao menos que o façam de forma consistente e de acordo com o histórico do festival. Senão, no próximo ano candidato-me também com um "Festival da Marretice", e quem sabe - talvez consiga sacar 100 ou 200 mil euritos.
Felizmente ainda há gente que até vem ao Fantas por gosto e por amizade (quero ver se qualquer um desses outros festivais tem tal privilégio), e o público continua a encher as salas, ano após ano.
Vejamos que tal vão ser os discursos de encerramento deste ano... já que seria óptimo lá vermos um responsável do Instituto do Turismo a dar-nos uma pequena explicação sobre esta tão ridícula distribuição de dinheiros...
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Location:
Oporto, Portugal
segunda-feira, 3 de março de 2008
Fantasporto Críticas
Este ano o Fantasporto decorre no novo quartel general de La Féria, ainda pontilhado de publicidade ao "Música no Coração".
Ora, não se falando da qualidade dos filmes, continuam a haver certos pormenores que irritam e me tiram do sério.
(E nem vou falar da "qualidade" das cadeiras... que isso já era pedir demais. Experimentem ver 5 filmes seguidos sentados naquelas coisas, que depois já percebem o que quero dizer.)
Ponto I - as conversas durante os filmes
O problema é basicamente o mesmo de sempre: por que raio vão para o cinemas as pessoas que querem pôr a conversa em dia?
É desde discussões do Benfinca-Sporting-Porto, a dissertações sobre o que se passa no grande ecrã, passando pelo sempre presente atender de telemóvel!
Meus amigos, embora o Fantas nos queira fazer sentir em casa, NÃO ESTÃO EM CASA!
Agradecia-se um bocadinho de respeito pelo resto dos espectadores.
Ponto II - os fumegantes
Finalmente, podemos sair de uma sessão de cinema e não ficar que nem barata tonta num ambiente fumogénico que nos tansporta para filmes como The Fog, ou The Mist. No entanto, como não há bela sem senão, o suplício mudou-se para a zona de entrada/saída do Rivoli, transformada em "sala de chuto" dos que não passam um intervalo sem fumegar.
Bem sei que é uma questão de tempo até que - como noutros países - seja proibído fumar nas imediações próximas destes locais, mas por agora temos que levar com esse "respeito" que os fumadores nutrem pelo resto da população.
Ah! Respeito esse que se estende às casas de banho! Nunca vi tanta gente a fazer fila para se esgueirar para as retretes, empestando ainda mais aqueles agradáveis aromas, com uma coluna de fumo a elevar-se no ar sobre as suas cabeças...
Ponto III - as fantasmagorices
O Rivoli continua a estar assombrado. Desde roubarem o DVD com a homenagem aos filme de Max von Sydow que ia ser projectado quando ele recebeu o prémio, até não terem microfone para que ele apresentasse o seu filme.
Mas não ficamos por aqui... é apagarem as luzes sem que o filme comece, deixando a sala completamente às escuras por alguns minutos, para depois voltarem a acendê-las quando o filme estava a começar.
Mas pior que tudo, e inadmissível num festival de cinema que está na lista dos melhores 25 do mundo é passarem um filme num formato errado.
Neste caso, a tristeza recaiu sobre Music Within que foi projectado sem a máscara correspondente (ver open matte) e arruinou grande parte do filme.
Sim, quando muitas vezes se vê o microfone pendurado na parte de cima da cena, o "erro" não é de quem fez o filme mas sim de quem o está a projectar. Neste caso, fomos presenteados com um filme em 4:3, onde se podia ver mais do que era suposto ser visto - com um microfone saltitante a causar risos e comentários da plateia sempre que aparecia.
Esperemos que tenha sido o primeiro e único desta edição.
Ora, não se falando da qualidade dos filmes, continuam a haver certos pormenores que irritam e me tiram do sério.
(E nem vou falar da "qualidade" das cadeiras... que isso já era pedir demais. Experimentem ver 5 filmes seguidos sentados naquelas coisas, que depois já percebem o que quero dizer.)
Ponto I - as conversas durante os filmes
O problema é basicamente o mesmo de sempre: por que raio vão para o cinemas as pessoas que querem pôr a conversa em dia?
É desde discussões do Benfinca-Sporting-Porto, a dissertações sobre o que se passa no grande ecrã, passando pelo sempre presente atender de telemóvel!
Meus amigos, embora o Fantas nos queira fazer sentir em casa, NÃO ESTÃO EM CASA!
Agradecia-se um bocadinho de respeito pelo resto dos espectadores.
Ponto II - os fumegantes
Finalmente, podemos sair de uma sessão de cinema e não ficar que nem barata tonta num ambiente fumogénico que nos tansporta para filmes como The Fog, ou The Mist. No entanto, como não há bela sem senão, o suplício mudou-se para a zona de entrada/saída do Rivoli, transformada em "sala de chuto" dos que não passam um intervalo sem fumegar.
Bem sei que é uma questão de tempo até que - como noutros países - seja proibído fumar nas imediações próximas destes locais, mas por agora temos que levar com esse "respeito" que os fumadores nutrem pelo resto da população.
Ah! Respeito esse que se estende às casas de banho! Nunca vi tanta gente a fazer fila para se esgueirar para as retretes, empestando ainda mais aqueles agradáveis aromas, com uma coluna de fumo a elevar-se no ar sobre as suas cabeças...
Ponto III - as fantasmagorices
O Rivoli continua a estar assombrado. Desde roubarem o DVD com a homenagem aos filme de Max von Sydow que ia ser projectado quando ele recebeu o prémio, até não terem microfone para que ele apresentasse o seu filme.
Mas não ficamos por aqui... é apagarem as luzes sem que o filme comece, deixando a sala completamente às escuras por alguns minutos, para depois voltarem a acendê-las quando o filme estava a começar.
Mas pior que tudo, e inadmissível num festival de cinema que está na lista dos melhores 25 do mundo é passarem um filme num formato errado.
Neste caso, a tristeza recaiu sobre Music Within que foi projectado sem a máscara correspondente (ver open matte) e arruinou grande parte do filme.
Sim, quando muitas vezes se vê o microfone pendurado na parte de cima da cena, o "erro" não é de quem fez o filme mas sim de quem o está a projectar. Neste caso, fomos presenteados com um filme em 4:3, onde se podia ver mais do que era suposto ser visto - com um microfone saltitante a causar risos e comentários da plateia sempre que aparecia.
Esperemos que tenha sido o primeiro e único desta edição.
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