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domingo, 21 de novembro de 2021

Sumomomomomomomomo faz sucesso no Japão

No Japão, país que aprecia as corridas de cavalos, há uma égua que está a "trocar a língua" aos comentadores, com o nome: Sumomomomomomomomo.

A Sumomomomomomomomo teve recentemente a sua primeira vitória, para agrado dos fãs; mas o seu elemento peculiar é mesmo o seu nome, baseado num trava-línguas japonês "Sumomo mo momo, momo mo momo, sumomo mo momo mo momo no uchi" que faz um jogo de palavras com "ameixas" e "pêssegos": "Ameixas são pêssegos, e pêssegos são pêssegos, e ameixas e pêssegos são ambos pêssegos".

Com a égua a começar a acumular vitórias, teremos cada vez mais comentadores a enrolar a língua ao fazer os relatos.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A "poluição" equina quando os cavalos dominavam as estradas


Hoje em dia temos situações preocupantes de cidades que vivem sufocadas pela poluição dos seus automóveis, mas... já pensaram como as coisas eram no tempo em que o meio de transporte principal recorria a cavalos?

Muitas pessoas poderão imaginar os cavalos como os animais nobres que são, e que nesse tempo tudo decorria de forma cívica e "perfeita". Só que, como todos os animais, também os cavalos têm os seus "tubos de escape", e que embora possam ser considerado "biodegradáveis" para quem tivesse que lidar com eles nas estradas diariamente seriam certamente "bio-desagradáveis"!

Sim, refiro-me aos dejectos dos cavalos (bosta, merda, ou o que preferirem), e que para se ter uma ideia da escala monumental de cagada que se tinha que enfrentar, em Nova Iorque representava algo como mil toneladas de merda fresca nas estradas diariamente, regadas com cerca de 230 mil litros de urina.

Não é que isto justifique que se deva gramar com a poluição produzida pelos motores de combustão, mas... pelo menos dará que pensar!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Na Islândia a Carne nem de Cavalo é


Na Europa tem-se assistido a uma perseguição aos produtos alimentares com carne que contenham carne de cavalo de forma indevida - algo que poderíamos equiparar ao velho "vender gato por lebre" - e devido a isso, muitos são os países que têm realizado testes para averiguar até onde é que este problema se estende.

No entanto na Islândia, os testes revelaram algo ainda mais insólito. Ao testarem a carne de pequenas empadas descobriu-se que não só não continham carne de cavalo, como não continham nenhum tipo de carne! Estas empadas de carne - vendidas como sendo "de carne" - tinham afinal um recheio com uma qualquer matéria vegetal ainda por determinar, tendo o caso sido entregue às autoridades para mais averiguações.

Servirá para chamar a atenção de que afinal os rótulos são apenas um pedaço de papel que pode acabar por nada ter a ver com o que efectivamente está lá dentro. (Já os estou a ver a dizer que estava a usar carne vegetariana para estas empadas.)
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