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sábado, 27 de fevereiro de 2016
Pó de talco Johnson & Johnson relacionado com cancro
O aparentemente inofensivo pó de talco está na mira de grandes preocupações por parte da Johnson & Johnson, depois de um veredicto que a obriga a indemnizar a família de uma mulher que disse que o seu cancro teria sido causado pela utilização deste produto.
O caso passa-se nos EUA, onde um tribunal decidiu que a Johnson & Johnson terá que pagar 72 milhões de dólares à família de uma mulher que morreu devido a cancro nos ovários, e que alega que tal terá sido devido à utilização deste produto há várias dezenas de anos.
A decisão apanhou de surpresa a companhia, que diz que o pó de talco é completamente seguro; mas será inevitável que este caso venha a levantar preocupações adicionais sobre o uso (e também abuso) destes produtos.
A minha pergunta é apenas: e porque não processar também a marca de água ou demais bebidas que bebeu ao longo da sua vida; dos produtores de comida; da roupa que utilizou; dos electrodomésticos e equipamentos electrónicos que tinha por perto... e tudo o mais? Ou se calhar, processar a própria família, por não ter dado genes que melhor resistissem a cancros...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Falta de Sexo dá Indemnização a casal Português
Parece que se abriu um precedente algo perigoso... Um casal português recebeu uma indemnização de 667 mil euros devido à mulher ter perdido o interesse sexual após um acidente de viação.
Ao que parece, ter "os seus direitos conjugais amputados numa parte importante" é tudo o que é necessário para receber tais quantias.
Não pretendendo minimizar o sofrimento que o casal passou/passa... Será que é possível passar directamente para a parte da indemnização sem passar por aquele pormenor do acidente de viação? É que certamente não faltam casais onde um dos parceiros manifesta falta de interesse sexual... e com 667 mil euros na carteira, a coisa sempre se tornaria mais suportável. Digo eu...
Ao que parece, ter "os seus direitos conjugais amputados numa parte importante" é tudo o que é necessário para receber tais quantias.
Não pretendendo minimizar o sofrimento que o casal passou/passa... Será que é possível passar directamente para a parte da indemnização sem passar por aquele pormenor do acidente de viação? É que certamente não faltam casais onde um dos parceiros manifesta falta de interesse sexual... e com 667 mil euros na carteira, a coisa sempre se tornaria mais suportável. Digo eu...
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