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sábado, 9 de fevereiro de 2019
Casal de idosos chileno mata-se para não ser encargo para a família
No Chile, um casal de idosos com 94 e 86 anos, decidiu acabar com a vida por não quererem estar dependentes da ajuda monetária dos seus filhos.
O casal era descrito como sendo pacato e feliz, e que nada fazia prever este desfecho ao fim de 62 anos de casamento, do qual resultaram quatro filhos e sete netos. A família continua em choque, mas infelizmente este não é um caso isolado. No Chile tem-se assistido a um número significativo de suicídios entre os idosos, efeito que ainda poderá ser atribuído à ditadura de Pinochet, que deixou grande parte da população sem direito a reforma de valor suficiente para manter uma vida digna, a não ser que contem com a ajuda de familiares.
Neste caso, parece que o problema não terá sido a falta dessa ajuda, mas sim o facto de - por qualquer motivo - não quererem ser um encargo para os seus filhos e netos...
Diz-me que uma sociedade pode ser facilmente descrita pela forma como trata os seus idosos - e se assim é, fica mais uma vez demonstrado que muito há por fazer, para garantir que este crescente segmento da população não se sinta um "encargo".
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
Avô chinês pratica "ginástica leopardo" vestido de leopardo
Mi Youren, um chinês de 68 anos, tem uma curiosa rotina diária de exercício, que faz vestido de leopardo. Isto para levar à letra o estilo de ginástica, crido por ele, e que visa replicar os movimentos do dito felino.
Pode parecer - e é - estranho... mas desafio-vos a ver o vídeo até ao fim, e dizerem-me quantas pessoas de 68 anos conhecem que sejam capazes de fazer o que ele faz. Aliás, correcção: quantas pessoas com 28 anos conhecem que sejam capazes de fazer isto? :)
Lamento informar os praticantes da "ginástica cueca" nacional, mas desta vez esta ginástica leopardo chinesa dá 10 a 0 à nossa.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Mãe de 50 anos passa por namorada dos filhos
Ninguém está imune à passagem dos anos, mas no caso de Puspa Dewi, da Indonésia, somos obrigados a reconhecer que há algumas excepções. Com 50 anos de idade, Puspa não teria dificuldade em fazer-se passar por alguém com metade da sua idade.
Quem estiver a pensar que tudo se deve à magia da cirurgia estética, também estará enganado. Puspa diz que nunca recorreu a operações e que se limita a ter um estilo de vida saudável e com bastante exercício físico (aeróbica e zumba, várias vezes por semana).
Com mais de 250 mil seguidores no Instagram, sem dúvida que não faltarão pessoas desejosas de conhecer o segredo da sua "juventude eterna"...
quinta-feira, 18 de maio de 2017
The World é um navio de cruzeiro que é casa permanente para os residentes
Se vos assusta a ideia de ficarem encravados num lar quando a idade começar a pesar, que tal vos parece a opção de viverem continuamente a bordo de um navio de cruzeiro que viaja pelo mundo? É isso que acontece no navio The World.
O projecto não teve vida fácil. Inicialmente planeado para ser uma mega-cidade flutuante, a falta de dinheiro obrigou a que tivesse que se concretizar sob a forma de "apenas" um navio de cruzeiro mais tradicional. E posteriormente, perante a dificuldade de encontrar pessoas com a capacidade financeira de pagar os milhões exigidos por cada suite, começaram a alugar o espaço a turistas... arreliando os compradores que tinham comprado a sua "casa" lá com a ideia de ser uma comunidade fixa.
A solução foi original... os residentes juntaram-se e compraram todos apartamentos livres que estavam a ser alugados. Um investimento de 71 milhões de dólares por 37 apartamentos e 86 estúdios... uma "pechincha" para manterem o ambiente desejado (os preços actuais começam em $1 milhão para um estúdio de um quarto, e vão até aos $13 milhões para as suites de luxo).
Se estiverem a pensar comprar um, não se esqueçam é que a "taxa do condomínio" não é nada barata... com taxa de manutenção anual de 100 mil dólares, a que se somam mais uns milhares de dólares mensais para outros gastos.
... Não é definitivamente para todos...
domingo, 14 de junho de 2015
Graffiti sénior em Lisboa
Quando se pensa em graffiti, é inevitável que alguns pensem em grupos de jovens a vandalizarem paredes com latas de tinta. Outros associarão isso a jovens artistas que o fazem em locais autorizados, criando autênticas obras de arte urbanas. Mas praticamente ninguém imaginará que por trás destas latas esteja um grupo de... séniores.
Mas é precisamente o que acontece nos workshops da Lata 65, que desafia os cidadãos mais idosos a redescobrirem a sua juventude expressando-se por este meio nas paredes de Lisboa.
Os workshops têm sido tão bem sucedidos que, aquilo que inicialmente estava pensado como sendo caso único se tem replicado e multiplicado para dar resposta aos pedidos que vão chegando (e estando planeados novos workshops para as próximas semanas.)
Da próxima vez que estiverem a pensar sobre "o raio dos miúdos" que andaram a pintar paredes... se calhar não será mal expandirem a gama de idades que tradicionalmente imaginariam. :)
domingo, 25 de janeiro de 2015
Octagenária vive há 7 anos a bordo de navio de cruzeiro
Para muitas pessoas, a velhice é uma coisa assustadora, com a perspectiva de poderem ter que se mudar para um lar da terceira idade. Mas para Lee Wachtstetter de 86 anos, a velhice tem sido a oportunidade de viver uma vida de sonho, a bordo de um luxuoso navio de cruzeiro.
Lee sempre adorou fazer viagens nestes navios, e quando o seu marido faleceu, um dos seus últimos pedidos foi para que ela o continuasse a fazer. E ela assim o fez. Há cerca de 7 anos que vive a tempo inteiro a bordo do Crystal Serenity, tendo até vendido a sua casa "em terra" por já não pensar voltar a ter necessidade dela.
Embora este não seja o mais recente navio de cruzeiro, Lee prefere-o por manter o estilo mais tradicional associado a estas viagens, em vez daqueles que apostam em se tornar autênticos parques de diversão sobre as águas. E ao fim de 7 anos, a tripulação já se tornou "na sua família" e ela já nem sente necessidade de sair do barco quando atraca (afinal, já conhece todos os locais).
Sem dúvida que era uma forma idílica de passar os últimos anos de vida para quem apreciar este tipo de viagens/tratamento. No entanto, não é algo que esteja ao alcance de todos... Lee estima que gasta cerca de 164 mil dólares por ano por este privilégio... o que ao longo destes 7 anos já eleva a factura para mais de 1 milhão de dólares. Mas não deixa de ser uma proposta tentadora para quem quiser aproveitar o dinheiro que amealhou ao longo da vida (imagino que também poderá ficar muito mais em conta, caso optem por uma cabine mais modesta em vez de uma suite "topo de gama".)
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